Aquele cronopio amatista, que fica angustiado e fica sem ar não sabe do que está fugindo, mas tem medo de estar fugindo do amor, da maré e do mar. Todavia, da solidão não consegue fugir. Sente medo de destratar seu amor próprio trocando-lo pelo seu egoísmo e teme que seu egoísmo o faça sucumbir mais uma vez; uma vez mais.
A lembrança de seu amor violeta acorda o cronopio de manhã; nos dias cinzas não se entristece mais, porém nos dias ensolarados seu sorriso não costuma brotar mais uma vez, uma vez mais.
1 comentário:
onin, iuqa uot ue
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